{"id":462,"date":"2026-07-02T15:51:39","date_gmt":"2026-07-02T18:51:39","guid":{"rendered":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/?page_id=462"},"modified":"2026-07-02T16:03:43","modified_gmt":"2026-07-02T19:03:43","slug":"dicionario-geografico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/dicionario-geografico\/","title":{"rendered":"Dicion\u00e1rio Geogr\u00e1fico"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_478\" aria-describedby=\"caption-attachment-478\" style=\"width: 466px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem347.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-478 size-full\" src=\"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem347.jpg\" alt=\"\" width=\"466\" height=\"307\" srcset=\"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem347.jpg 466w, https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem347-300x198.jpg 300w, https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/imagem347-75x50.jpg 75w\" sizes=\"auto, (max-width: 466px) 100vw, 466px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-478\" class=\"wp-caption-text\">FONTE: Prefeitura de Lavras do Sul\/RS &#8211; Imagem meramente ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Acampamento Velho (ou Serra Baberaqu\u00e1)<\/p>\n<p>Serra nos munic\u00edpios de S\u00e3o Gabriel, S\u00e3o Sep\u00e9, Lavras do Sul e Ca\u00e7apava do Sul, sendo uma ramifica\u00e7\u00e3o da Serra do Herval. Denomina\u00e7\u00e3o vem de antigo \u201cquartel de inverno\u201d de tropas farroupilhas.<\/p>\n<p>\u00c1rea<\/p>\n<p>A \u00e1rea (ou superf\u00edcie) total de Lavras do Sul\/RS \u00e9, segundo o IBGE (2022) de 2.600,9 km\u00b2 (publica\u00e7\u00f5es diversas apontam entre 2.600 km\u00b2 e 2.680 km\u00b2). Em hectares, s\u00e3o 260.900 ha. O Primeiro Distrito (Sede) tem 1.260 km\u00b2 e o Segundo Distrito (Ibar\u00e9), 1.341 km\u00b2. Corresponde a 0,9% do territ\u00f3rio do Rio Grande do Sul. Considerando a \u00e1rea municipal, \u00e9 maior do que Porto Alegre e mais 18 capitais brasileiras. \u00c9 o 20\u00ba maior munic\u00edpio ga\u00facho em \u00e1rea e o maior do Estado com menos de dez mil habitantes.<\/p>\n<p>Arroio Espinilho<\/p>\n<p>Com corrente t\u00edmida cristalina, \u00e9 afluente do Estaqueador.<\/p>\n<p>Arroio Ibar\u00e9<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do Jaguari, passa junto \u00e0 zona urbana do Segundo Distrito, com abastecimento de Pipas e uma ponte regular.<\/p>\n<p>Arroio Cambi<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do arroio Taboleiro, dividindo Lavras do Sul de Bag\u00e9.<\/p>\n<p>Arroio Imbicu\u00ed<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do Camaqu\u00e3-Chico, corta os campos da regi\u00e3o da Mantiqueira.<\/p>\n<p>Arroio Jaguary<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m denominado Pirajac\u00e1, nasce na Coxilha Geral, com as cabeceiras \u00e0 altura de Jo\u00e3o C\u00e2ncio e Tr\u00eas Estradas. Recebe v\u00e1rios e pequenos cursos d\u201d\u00e1gua, dire\u00e7\u00e3o leste-oeste e dividindo Lavras do Sul de S\u00e3o Gabriel, desembocando no Rio Santa Maria. Tamb\u00e9m apresentou registros de Piraja\u00e7an\u00e3 e Jaguari-Mirim.<\/p>\n<p>Arroio Maric\u00e1<\/p>\n<p>Divide Lavras do Sul de Ca\u00e7apava do Sul, tribut\u00e1rio do Camaqu\u00e3 e do Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>Arroio Salsal<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do Jaguari (6 km de extens\u00e3o), citado pelo ilustre escritor Alcides Maya.<\/p>\n<p>Arroio Salso<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do Jaguari, banhado do Salso e proximidades. Localizado no Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Arroio do Tabuleiro<\/p>\n<p>Nasce na Coxilha do Taboleiro e \u00e9 tribut\u00e1rio do Camaqu\u00e3-Chico, pr\u00f3ximo aos Tr\u00eas Passos.<\/p>\n<p>Arroio Taquaremb\u00f3<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do Santa Maria, que nasce em Bag\u00e9 (origem do nome vem do tupi-guarani. Tamb\u00e9m divide Lavras do Sul de Dom Pedrito (o afluente se chama Taquarembozinho).<\/p>\n<p>Arroio das Canas<\/p>\n<p>Tribut\u00e1rio do arroio Jaguari.<\/p>\n<p>Banhado dos Correa<\/p>\n<p>Zona que apresenta \u00e1gua estagnada, com cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o. Tem esta denomina\u00e7\u00e3o por conta dos moradores pioneiros do local, que est\u00e1 situado entre o Arroio Jaguari, Passo da Tuna e Tabuleiro.<\/p>\n<p>Banhado do Salso<\/p>\n<p>Junto ao Jaguari, tem de 300 a 400 metros de largura, estendendo-se ao longo do arroio do Salso, por cerca de meia l\u00e9gua. Em chuvas fortes, \u00e9 quase intransit\u00e1vel, sendo poss\u00edvel at\u00e9 nadar nele.<\/p>\n<p>Barro Vermelho<\/p>\n<p>S\u00e3o duas zonas, uma junto \u00e0 sede municipal (sa\u00edda para o Ibar\u00e9, Jaques, pr\u00f3ximo ao Parque do Sindicato Rural de Lavras do Sul) e outra pr\u00f3xima \u00e0s Tr\u00eas Vendas. Faixas de terrenos de cor avermelhada, com teor alto de argila, d\u00e3o origens \u00e0s localidades assim denominadas.<\/p>\n<p>Batovi<\/p>\n<p>Cerro situado no munic\u00edpio de S\u00e3o Gabriel (ponto mais elevado do munic\u00edpio vizinho). A Serra do Batovi se espalha por Lavras do Sul e S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Boa Vista<\/p>\n<p>Localidade e est\u00e2ncia pr\u00f3xima ao Ibar\u00e9.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3<\/p>\n<p>Antigamente, os mapas ga\u00fachos apresentavam diversas denomina\u00e7\u00f5es do Camaqu\u00e3. O nome \u00e9 vem do tupi-guarani (icabaqu\u00e3: olhos d\u201d\u00e1gua \u2013 orif\u00edcio do seio \u2013 rio das tocas). V\u00e1rios afluentes s\u00e3o vertentes do Rio Camaqu\u00e3, que tem 420 km de curso, at\u00e9 desembocar na Laguna dos Patos.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3-Chico<\/p>\n<p>Importante tribut\u00e1rio nascido na Coxilha de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Divide Lavras do Sul de Bag\u00e9. Forma uma jun\u00e7\u00e3o com outros tribut\u00e1rios (Maric\u00e1, Macedos e Jaques \u2013 dando origem ao Camaqu\u00e3 do Hil\u00e1rio, limite Lavras do Sul\/Ca\u00e7apava do Sul.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 do Hil\u00e1rio<\/p>\n<p>Nome surgido a partir de um antigo morador do passo. Ganhou cita\u00e7\u00e3o durante a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, em documento datado de 1842.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 dos Macedos<\/p>\n<p>Curso d\u201d\u00e1gua que percorre os campos que pertenceram ao Visconde do Serro Formoso (Tem. Cel. Francisco Pereira de Macedo.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 do Jacques<\/p>\n<p>Percorre uma regi\u00e3o de sesmaria, requerida por Jo\u00e3o Guilherme Jacques, em 1811.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 Pelado<\/p>\n<p>Com nascentes em S\u00e3o Gabriel, a maior parte de suas margens s\u00e3o desprovidas de mato, da\u00ed a sua denomina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 da Naz\u00e1ria<\/p>\n<p>Tem o nome por conta de Maria Naz\u00e1ria, primeira moradora da regi\u00e3o, uma ponta do Camaqu\u00e3 do Jacques.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 de S\u00e3o Domingos<\/p>\n<p>Origem de Domingos Rodrigues Nunes, que recebeu uma sesmaria na regi\u00e3o, em 1829, al\u00e9m de invoca\u00e7\u00e3o do nome de santo da mesma denomina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3-Grande<\/p>\n<p>Denomina\u00e7\u00e3o vulgar do Arroio Camaqu\u00e3-Chico.<\/p>\n<p>Camaqu\u00e3 das Lavras<\/p>\n<p>Nasce na Coxilha da Meia Lua e corta a Sede Municipal, com mais de 30 km de extens\u00e3o.<\/p>\n<p>Cabanha Maria<\/p>\n<p>Estabelecimento pastoril do munic\u00edpio, de propriedade de sucess\u00e3o do Dr. Leopoldo Pires Porto, em que foi instalado um dos primeiros banheiros de elimina\u00e7\u00e3o de carrapatos do munic\u00edpio, al\u00e9m de estrutura de reprodu\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o de gado, chegando a ser refer\u00eancia regional.<\/p>\n<p>Caleira<\/p>\n<p>Conhecida tamb\u00e9m como Caieira Cel. Linhares, tem um local de forno para processamento do calc\u00e1rio. Localiza-se no Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Campos dos Maya<\/p>\n<p>Localiza-se no caminho entre Lavras e S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Cancha do Barro Vermelho<\/p>\n<p>Neste local, antigamente, era uma carreira. Se localiza-se pr\u00f3xima \u00e0 zona urbana.<\/p>\n<p>Cardosa<\/p>\n<p>Localizada entre Lavras do Sul e Bag\u00e9, presume-se que os campos foram ali denominados gra\u00e7as \u00e0 Dona Maria Cardoza Soares, moradora que contribui com novilhos para pagar as despesas da Guerras dos Farrapos.<\/p>\n<p>Casa de Cultura Jos\u00e9 N\u00e9ri da Silveira<\/p>\n<p>A Casa de Cultura Jos\u00e9 N\u00e9ri da Silveira teve sua inaugura\u00e7\u00e3o em 14\/09\/1991. Localiza-se na Ad\u00e3o Teixeira da Silveira, 400, Centro, e sua constru\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1910. J\u00e1 foi sede da Prefeitura Municipal entre os anos 1960 e 1980 e abriga a Biblioteca Municipal Professora Anita Medeiros. Um grande acervo hist\u00f3rico do Munic\u00edpio, com objetos e fotografias, \u00e9 encontrado no local.<\/p>\n<p>Cerrito<\/p>\n<p>Ou tamb\u00e9m Cerrito de Ouro, pr\u00f3ximo \u00e0 cidade. H\u00e1 ainda vest\u00edgios de antigas escava\u00e7\u00f5es de ouro.<\/p>\n<p>Cerro Branco<\/p>\n<p>Propriedade da fam\u00edlia Souza, pr\u00f3ximo \u00e0 estrada Lavras\/Bag\u00e9; nome originado pela grande ocorr\u00eancia de amianto.<\/p>\n<p>Cerro dos Burros<\/p>\n<p>Primeira e antiga denomina\u00e7\u00e3o do Cerro Formoso.<\/p>\n<p>Cerro do Diabo<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo ao Rinc\u00e3o do Inferno, tem uma passagem inc\u00f4moda e dif\u00edcil em dias de chuva.<\/p>\n<p>Cerro Formoso<\/p>\n<p>Batizado por D. Pedro II em 1865, que visitou o Sr. Cel. Francisco Pereira de Macedo. \u00c9 uma eleva\u00e7\u00e3o que se avista em frente \u00e0 Est\u00e2ncia do Cerro Formoso.<\/p>\n<p>Cerro do Padre<\/p>\n<p>Localizado junto ao Rinc\u00e3o do Inferno, com nome de origem dos padres jesu\u00edtas que outrora habitavam a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Cerro Partido<\/p>\n<p>Eleva\u00e7\u00e3o avistada a frente da Est\u00e2ncia das Cordilheiras, de propriedade do Sr. Jos\u00e9 Donairo Teixeira.<\/p>\n<p>Cerro do Tigre<\/p>\n<p>Ramifica\u00e7\u00e3o da Serra do Batovi, localizado a poucos quil\u00f4metros da Sede Municipal. Pertence \u00e0 fam\u00edlia Souza.<\/p>\n<p>Climatologia<\/p>\n<p>O clima \u00e9 subtropical \u00famido, com as quatro esta\u00e7\u00f5es do ano bem definidas, ver\u00f5es e invernos bem rigorosos (no ver\u00e3o, as temperaturas podem chegar pr\u00f3ximas dos 40\u00baC, e no inverno, as m\u00e9dias s\u00e3o de 6\u00baC a 12\u00baC, podendo chegar facilmente a 0\u00baC, com grande ocorr\u00eancia de geadas). Anualmente, em m\u00e9dia, s\u00e3o registradas de 15 a 30 geadas no territ\u00f3rio lavrense. Em julho de 1994, Lavras do Sul teve o seu maior registro de neve da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>No Munic\u00edpio existe uma pluviosidade significativa ao longo do ano. Mesmo o m\u00eas mais seco ainda assim tem muita pluviosidade. Sobre as temperaturas, a m\u00e9dia anual \u00e9 de 18\u00b0C, e a pluviosidade m\u00e9dia anual \u00e9 de 1408 mm.<\/p>\n<p>Dezembro \u00e9 o m\u00eas mais seco, com 96 mm. Em setembro cai a maioria da precipita\u00e7\u00e3o, com uma m\u00e9dia de 135 mm. Janeiro \u00e9 o m\u00eas mais quente do ano com uma temperatura m\u00e9dia de 23\u00b0C. Ao longo do ano, junho tem uma temperatura m\u00e9dia de 13,3\u00b0C, sendo a m\u00e9dia mais baixa do ano.<\/p>\n<p>O engenheiro agr\u00f4nomo Luiz Fernando Saraiva de Souza (Nanana) mant\u00e9m, na propriedade da Ch\u00e1cara do Laranjal, pr\u00f3xima \u00e0 Sede Municipal, um espa\u00e7o para a medi\u00e7\u00e3o da pluviosidade (volume de chuvas), cujos resultados s\u00e3o bastante divulgados pelos \u00f3rg\u00e3os locais de m\u00eddia. A R\u00e1dio Pepita FM tamb\u00e9m contribui com o fornecimento de informa\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas, transmitindo a cada meia hora, nos intervalos comerciais de sua programa\u00e7\u00e3o, dados sobre a temperatura no momento na cidade.<\/p>\n<p>Extremos na pluviosidade nos \u00faltimos anos em Lavras do Sul. Nos \u00faltimos anos, est\u00e3o mais comuns em Lavras do Sul os extremos de chuva, com irregularidades nos volumes e per\u00edodos alternados de muita chuva ou de uma grande falta de chuvas.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XXI, pelo menos dois per\u00edodos de estiagem afetaram Lavras do Sul, com consequ\u00eancias na agropecu\u00e1ria e na vida da popula\u00e7\u00e3o: entre 2010 e 2013 e entre 2021 e 2023.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s cerca de dois anos de estiagem (2021 e 2022), por influ\u00eancia da fen\u00f4meno \u201cLa Ni\u00f1a\u201d (esfriamento das \u00e1guas do Oceano Pac\u00edfico, no litoral do Peru, que provoca seca no sul do Brasil e chuvas excessivas em outras regi\u00f5es do pa\u00eds), o Rio Grande do Sul e tamb\u00e9m Lavras do Sul agora (2023) tem a influ\u00eancia climatol\u00f3gica do \u201cEl Ni\u00f1o\u201d (o oposto do \u201cLa Ni\u00f1a\u201d, formando um grande volume de chuvas no sul e seca na Amaz\u00f4nia e Nordeste). Com isso, em setembro de 2023, at\u00e9 o dia 27\/09\/2023, foram registrados 606 mm no munic\u00edpio, de acordo com a coleta na Ch\u00e1cara do Laranjal, de propriedade do sr. Luiz Fernando Saraiva Souza (Nanana), superam o mesmo m\u00eas em 2001 (441 mm, antigo recorde em 41 anos).<\/p>\n<p>Companhia de Dan\u00e7as de Lavras do Sul<\/p>\n<p>Segundo a p\u00e1gina do Facebook: Em 01\/12\/1995 surgia em Lavras do Sul a Companhia de Dan\u00e7a de Lavras do Sul, entidade voltada ao Folclore Ga\u00facho, Latino-Americano e Brasileiro. Ganhou for\u00e7a e ficou conhecido regionalmente at\u00e9 chegando ao convite pra um \u201cTOUR\u201d na Europa. Teve em sua hist\u00f3ria uma pausa que quase gerou sua dissolu\u00e7\u00e3o, mas em novembro de 2010 reabriu seus trabalhos, ainda em reconstru\u00e7\u00e3o, hoje somos umas das mais reconhecidas entidades de nossa cidade e regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Cordilheiras<\/p>\n<p>Pequena cadeia de morros, localizada entre os Camaqu\u00e3 Am\u00e9rica, dos Macedos e Maric\u00e1.<\/p>\n<p>Corredor do Tira-Ceroulas<\/p>\n<p>Localizado no Segundo Distrito, corredor que vai at\u00e9 a localidade de Tr\u00eas Estradas.<\/p>\n<p>Coxilha de S\u00e3o Sebasti\u00e3o<\/p>\n<p>Estende-se pelo munic\u00edpio de Lavras do Sul, at\u00e9 ser denominada como Coxilha do Taboleiro.<\/p>\n<p>Coxilha do Maric\u00e1<\/p>\n<p>Situada nos limites com Ca\u00e7apava do Sul e S\u00e3o Sep\u00e9, tem grande extens\u00e3o. Abriga a nascente do Camaqu\u00e3 Am\u00e9rica (um dos formadores do Rio Camaqu\u00e3). Caracteriza-se pelo formato dorsal e j\u00e1 abrigou um antigo cemit\u00e9rio.<\/p>\n<p>Coxilha do Barro Vermelho<\/p>\n<p>Denominado entre as coxilhas do Tabuleiro e Tr\u00eas Passos.<\/p>\n<p>Coxilha do Fogo<\/p>\n<p>Encruzilhada na sa\u00edda para Ca\u00e7apava do Sul, indo para Vista Alegre, Rinc\u00e3o dos Rocha e arredores.<\/p>\n<p>Coxilha do Jo\u00e3o Caminha<\/p>\n<p>Nome oriundo de sesmaria pertencente ao Sr. Dalmiro Caminha. Localiza-se no Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Coxilha do Tabuleiro<\/p>\n<p>Planalto raso e de terrenos arenosos, com vegeta\u00e7\u00e3o rasteira e pouca presen\u00e7a de \u00e1rvores. Com seu ponto mais elevado com formato semelhante a uma t\u00e1bua, possui esta denomina\u00e7\u00e3o. Surge a partir das pontas do Vacaca\u00ed, em S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Coxilha Seca<\/p>\n<p>Nascida entre Lavras do Sul e S\u00e3o Gabriel, pr\u00f3ximo ao Acampamento Velho e nascedouro de uma das ramifica\u00e7\u00f5es do Rio Camaqu\u00e3, o Camaqu\u00e3 Pelado.<\/p>\n<p>Curva do Umbu<\/p>\n<p>Na parte suburbana de Lavras do Sul, sa\u00edda para Ca\u00e7apava do Sul.<\/p>\n<p>Encerrados<\/p>\n<p>Regi\u00e3o localizada entre o Passo dos Carros e o Salso. N\u00e3o tendo corredores vicinais ou estradas, para chegarem a Lavras, os moradores precisavam passar por dentro dos campos obrigatoriamente, abrindo as porteiras das fazendas, sendo uma zona de dif\u00edcil acesso, causando desaven\u00e7as entre os moradores por conta das passagens for\u00e7adas. Nos anos 1950, foi constru\u00eddo um corredor que liga essa regi\u00e3o para a localidade do Macedo.<\/p>\n<p>Espinilho<\/p>\n<p>Localiza-se entre o arroio do Jacques e os lago\u00f5es . Possui campos com baixadas extensas e presen\u00e7a de Espinilho (\u00e1rvore da fam\u00edlia das leguminosas, de denomina\u00e7\u00e3o vulgar \u201cespinho-de-cristo).<\/p>\n<p>Est\u00e2ncia do Jaguari (ou Jaguary)<\/p>\n<p>Um dos mais antigos estabelecimentos pecu\u00e1rios de Lavras do Sul; localizado no Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Estrada do Espinilho<\/p>\n<p>Estrada aberta em 1911, pelo intendente Galv\u00e3o Jos\u00e9 de Souza, que vem do Camaqu\u00e3 em dire\u00e7\u00e3o ao Passo da Naz\u00e1ria<\/p>\n<p>Expointer<\/p>\n<p>A Expointer, considerada a maior feira de agroneg\u00f3cio da Am\u00e9rica Latina, realizada todos os anos em Esteio, na Grande Porto Alegre, entre agosto e setembro, teve v\u00e1rias participa\u00e7\u00f5es de lavrenses em atividades diversas.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, listaremos alguns fatos da presen\u00e7a lavrense na hist\u00f3ria do evento.<\/p>\n<p>2004: O ginete lavrense Gustavo Delabary, com LS Balaqueiro, conquistou o Freio de Ouro, o maior evento do Cavalo Crioulo no Brasil;<br \/>\n2008: Cabanha de ovinos da ra\u00e7a Corriedale, localizada no Ibar\u00e9, esteve presente, nesta e em outras edi\u00e7\u00f5es;<br \/>\n2008: A empres\u00e1ria Regina Fernandes e a extensionista rural Mariluce Chagas, foram homenageada com o trof\u00e9u Pioneirismo Rural, gra\u00e7as ao trabalho com a Agroind\u00fastria Sabor da Terra, de Lavras do Sul;<br \/>\n2009: Desfile de moda de l\u00e3 ovina com pe\u00e7as da Tecelagem Lavrense e modelos lavrenses;<br \/>\n2010: O touro charol\u00eas Runo do Jardim, de 1.265 kg, foi o animal mais pesado da feira, pertencendo a Renan Mallmann de Oliveira, da Cabanha Jardim, de Lavras do Sul;<br \/>\n2015: O Sindicato dos Trabalhadores Rurais passa a organizar excurs\u00f5es para o evento, saindo de Lavras, visitando a feira, e retornando ao munic\u00edpio no mesmo dia.<br \/>\n2022 e 2023: Presen\u00e7a de estandes de divulga\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o do Universo Pecu\u00e1ria, grande evento sobre pecu\u00e1ria nacional em Lavras do Sul.<br \/>\nAo longo dos anos, ainda, os ex-prefeitos Alfredo Borges (2013) e S\u00e1vio Prestes (2017 e 2020) visitaram a feira. Tamb\u00e9m, estandes com a participa\u00e7\u00e3o da Alianza Del Pastizal e Sindicato Rural de Lavras do Sul, bem como de artesanato (Tecelagem Lavrense) marcaram presen\u00e7a na Feira. As principais cabanhas de Cavalos Crioulos e representantes de est\u00e2ncias criadoras de bovinos e ovinos lavrenses tamb\u00e9m j\u00e1 participaram e fazem parte da hist\u00f3ria da participa\u00e7\u00e3o lavrense na feira.<\/p>\n<p>Floresta<\/p>\n<p>Zona localizada entre os arroios Ivar\u00f3, Jaguarizinho e Santo Ant\u00f4nio. H\u00e1 grande quantidade e concentra\u00e7\u00e3o de mato, da\u00ed a denomina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fundo<\/p>\n<p>Extremo oeste do Munic\u00edpio, que faz limite com Dom Pedrito. N\u00e3o fazia comunica\u00e7\u00e3o com a Sede Municipal, era esquecido e sem circula\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos. Atualmente, fam\u00edlias tradicionais que produzem arroz, com grandes lavouras, movimentam a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Hidrografia<\/p>\n<p>Com mais de 200 cursos d\u2019\u00e1gua, entre rios, arroios, a\u00e7udes, barragens, sangas e outros, Lavras do Sul, por conta de seu territ\u00f3rio, abrange duas bacias hidrogr\u00e1ficas de grande extens\u00e3o, fazendo um divisor de \u00e1guas natural entre as por\u00e7\u00f5es leste (Sede Municipal e localidade da Meia Lua) e oeste (Ibar\u00e9 e Segundo Distrito).<\/p>\n<p>O Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras, que banha a zona urbana (Sede), com mais de 20 km de extens\u00e3o, \u00e9 uma das refer\u00eancias do munic\u00edpio. Nele, al\u00e9m de diversas pontes, h\u00e1 a Praia do Pared\u00e3o (Camping Municipal Zeferino Teixeira), bastante frequentada no ver\u00e3o.<\/p>\n<p>A Bacia do Rio Camaqu\u00e3, um dos cursos d\u2019\u00e1gua mais importantes da metade sul ga\u00facha, nasce entre Lavras do Sul e Dom Pedrito, com a denomina\u00e7\u00e3o de Camaqu\u00e3-Chico, transformando-se em Rio Camaqu\u00e3 a partir do limite com Ca\u00e7apava do Sul e Bag\u00e9 e desembocando na Laguna dos Patos, p\u00f3s cerca de 420 km de extens\u00e3o. Ao todo, 53% do territ\u00f3rio lavrense \u00e9 banhado por esta bacia.<\/p>\n<p>J\u00e1 a Bacia do Rio Santa Maria (47% do territ\u00f3rio lavrense, na por\u00e7\u00e3o oeste) \u00e9 composta por paisagens mais planas \u2013 a do Camaqu\u00e3 apresenta cerros mais elevados. O Ibar\u00e9 localiza-se nesta bacia, na qual o Arroio Jaguari corta a zona urbana ibareense.<\/p>\n<p>Nas duas bacias, \u00e9 comum observar bancos de areia \u00e0s margens dos rios, al\u00e9m de sedimentos (restos de minerais levados pelas correntezas e se acumulando nos rios, arroios, etc), que formam pequenas praias de areia grossa. Estes sedimentos tamb\u00e9m levam \u00e0s margens rochas sedimentares, quartzos e outros. Vale lembrar que o munic\u00edpio tem uma vasta riqueza mineral e poss\u00edvel a observa\u00e7\u00e3o de rochas em v\u00e1rios pontos do territ\u00f3rio lavrense, seja no ch\u00e3o ou gigantes em alguns terrenos.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 navega\u00e7\u00e3o de grande porte nos rios lavrenses. Por\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel se banhar e utilizar alguns trechos rios para praticar esportes de ver\u00e3o, como a canoagem, mas com supervis\u00e3o de profissionais experientes.<\/p>\n<p>Outro ponto importante da hidrografia sul-lavrense \u00e9 o Marco Ga\u00facho das \u00c1guas. Pouco conhecido dos ga\u00fachos, localiza-se em uma fazenda no limite com S\u00e3o Gabriel e simboliza a uni\u00e3o dos tr\u00eas principais sistemas hidrogr\u00e1ficos ga\u00fachos: Camaqu\u00e3\/Atl\u00e2ntico Sudeste, Gua\u00edba e Santa Maria\/Uruguai. Foi inaugurado em 2004, pelo Governo Estadual e na gest\u00e3o do ex-prefeito de Lavras do Sul, Aristides Costa. Atualmente (2025), o monumento teve parte de sua estrutura retirada.<\/p>\n<p>Ibar\u00e9<\/p>\n<p>Zona urbana do Segundo Distrito, com cerca de 700 habitantes, localizada a 47 km da sede municipal, via estrada de ch\u00e3o.<\/p>\n<p>Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio<\/p>\n<p>O principal templo religioso da cidade \u00e9 a Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio, que foi erguida em um importante ponto antigo de minera\u00e7\u00e3o do ouro. Localiza-se junto \u00e0 pra\u00e7a Lic\u00ednio Cardoso, na esquina das ruas Santo Ant\u00f4nio e Pires Porto.<\/p>\n<p>Inspector<\/p>\n<p>Local pr\u00f3ximo a Lavras do Sul, com jazidas de ouro (cita\u00e7\u00e3o de Farias).<\/p>\n<p>Invernada dos Sete Peda\u00e7os<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como \u201cDas sete porteiras\u201d, est\u00e1 pr\u00f3xima \u00e0 zona urbana, nas margens do arroio Camaqu\u00e3 das Lavras e acima do antigo Engenho do Pared\u00e3o.<\/p>\n<p>Ivar\u00f3<\/p>\n<p>Arroio e zona do Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o C\u00e2ncio<\/p>\n<p>Localidade e antiga esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria com denomina\u00e7\u00e3o origin\u00e1ria em homenagem ao engenheiro que construiu e estabeleceu o tra\u00e7ado.<\/p>\n<p>Ladislau Netto<\/p>\n<p>Local do munic\u00edpio de Lavras do Sul, com minas de ouro, segundo o Dicion\u00e1rio Geogr\u00e1fico do RS.<\/p>\n<p>Lagoa da Crina<\/p>\n<p>Localiza-se no arroio Jaguari. Cita\u00e7\u00e3o em obra de Alcides Maya.<\/p>\n<p>Lagoa da Meia Lua<\/p>\n<p>Situa-se no Primeiro Distrito, deu origem ao nome da Serra da Meia Lua.<\/p>\n<p>Lagoa da Na\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Segundo Teixeira (1992), lagoa a 1 km da Vila de Lavras. H\u00e1 dep\u00f3sitos de areia e cascalho.<\/p>\n<p>Lagoa da Velha Brita<\/p>\n<p>Situada numa sanga tribut\u00e1ria do Camaqu\u00e3 das Lavras, localizada pr\u00f3ximo \u00e0 zona urbana, era um antigo local de lazer<\/p>\n<p>Lagoa da Pilheta<\/p>\n<p>Formada no curso do Arroio Jaguari (Segundo Distrito).<\/p>\n<p>Lagoa Formosa<\/p>\n<p>Est\u00e1 localizada no Arroio Jaguari, pr\u00f3ximo ao Rio Santa Maria, no Segundo Distrito, antes dos banhados ali localizados.<\/p>\n<p>Lagoa Negra<\/p>\n<p>Situada junto ao Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras, foi um local de explora\u00e7\u00e3o do ouro.<\/p>\n<p>Lagoa das Pedras<\/p>\n<p>Situa-se \u00e0 margem direita do Rio Jaguari (Segundo Distrito) , com a visibilidade de rochas de grande tamanho em per\u00edodos de seca. Tem, segundo Teixeira (1992), profundidade entre 8 e 10 metros.<\/p>\n<p>Lagoa das Tr\u00eas \u00c1guas<\/p>\n<p>Lagoa localizada ente Vila Nova do Sul (antigo territ\u00f3rio de S\u00e3o Gabriel), S\u00e3o Sep\u00e9 e Lavras do Sul, com drenagem atrav\u00e9s de um aclive. Surgiu a partir de \u00e1guas das chuvas oriundas dos tr\u00eas munic\u00edpios.<\/p>\n<p>Lagoa do Jaguari<\/p>\n<p>Pertencente aos campos de Manoel Coelho Leal. Situa-se junto ao Arroio Jaguari (segundo Distrito).<\/p>\n<p>Lagoa do Lageado<\/p>\n<p>Localizada no Segundo Distrito. H\u00e1 quem diga que a maior tra\u00edra do munic\u00edpio foi pescada nesse local.<\/p>\n<p>Lagoa dos Tordilhos<\/p>\n<p>Junto \u00e0s margens do Arroio Camaqu\u00e3 de S\u00e3o Domingos.<\/p>\n<p>Mantiqueira<\/p>\n<p>Denomina\u00e7\u00e3o ao arroio afluente do Camaqu\u00e3-Chico e cerro (morro) do Primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Marco Branco<\/p>\n<p>Localizado a 10 km do centro de Lavras do Sul, na estrada em dire\u00e7\u00e3o ao Ibar\u00e9, com nome alusivo a um marco que representa um dos pontos mais elevados da regi\u00e3o. Foi pintado com a cor branca e instalado pelo Servi\u00e7o Geogr\u00e1fico do Ex\u00e9rcito.<\/p>\n<p>Marco de Ferro<\/p>\n<p>Local montado com ferro, localizado junto ao Acampamento Velho.<\/p>\n<p>Marco Ga\u00facho das \u00c1guas<\/p>\n<p>Lavras do Sul tamb\u00e9m tem, junto ao limite gabrielense, o Marco Ga\u00facho das \u00c1guas. Pouco conhecido dos ga\u00fachos, o Marco Ga\u00facho das \u00c1guas \u00e9 um monumento inaugurado em 2004 pelo Governo Estadual, durante a gest\u00e3o do Prefeito de Lavras do Sul na \u00e9poca, o Sr. Aristides Costa, que simboliza o encontro e o divisor de \u00e1guas dos tr\u00eas principais sistemas hidrogr\u00e1ficos do Rio Grande do Sul (Camaqu\u00e3 \u2013 Laguna das Patos \u2013 Atl\u00e2ntico; Gua\u00edba \u2013 Vacaca\u00ed \u2013 Jacu\u00ed \u2013 Metropolitano; e Santa Maria \u2013 Uruguai), sendo um relevante ponto ambiental do nosso estado. Encontra-se atualmente pouco conservado e de dif\u00edcil acesso. As coordenadas aproximadas do local s\u00e3o 30\u00b046\u203325\u2033 S 54\u00b009\u203330\u2033 O e localiza-se a 25 km do centro de Lavras do Sul em linha reta. Os limites secos e rochosos de Lavras do Sul podem ser encontrados com S\u00e3o Gabriel, Santa Margarida do Sul, Vila Nova do Sul e S\u00e3o Sep\u00e9, com altitudes acima de 450 metros em alguns locais.<\/p>\n<p>Maric\u00e1<\/p>\n<p>Arroio que limita Lavras do Sul com Ca\u00e7apava do Sul, al\u00e9m de uma coxilha. Tamb\u00e9m se chama Amaric\u00e1.<\/p>\n<p>Marmeleiro<\/p>\n<p>Situa-se nas proximidades do Camaqu\u00e3 do Hil\u00e1rio (limite com Ca\u00e7apava do Sul)<\/p>\n<p>Mata-Olho<\/p>\n<p>Arroio afluente do Camaqu\u00e3 dos Macedo.<\/p>\n<p>Meia-Lua<\/p>\n<p>Por conta da lagoa de mesmo nome, situada no entroncamento para a estrada do Ibar\u00e9 e corredor que vai para a localidade da Naz\u00e1ria, tem a denomina\u00e7\u00e3o baseada no formato de um meia lua. H\u00e1 v\u00e1rias fazendas e estabelecimentos rurais.<\/p>\n<p>Minera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>O munic\u00edpio de Lavras do Sul tem sua origem na extra\u00e7\u00e3o do ouro. Nos s\u00e9culos XVIII e XIX, exploradores europeus, canadenses e brasileiros de diversas regi\u00f5es faziam a coleta das pepitas de ouro. A regi\u00e3o possui, embora dentro de seu subsolo e com baixa explora\u00e7\u00e3o, um grande potencial de recursos minerais. O ouro esgotou-se em meados dos anos 1980 e h\u00e1 algum tempo a minera\u00e7\u00e3o deixou de ser explorada. Por\u00e9m, \u00e9 comprovado que existem jazidas a serem exploradas em v\u00e1rios locais do subsolo do interior do munic\u00edpio. Minerais, como granito, amianto, calc\u00e1rio, quartzo, pirita (variedade de ouro), talco e caulim, entre outros, podem ser encontrados no munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A minera\u00e7\u00e3o em Lavras deu origem, ainda, ao padroeiro da cidade, Santo Ant\u00f4nio. Diz a lenda que uma das pepitas adquiridas \u00e0s margens do Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras apresentava em sua forma uma imagem de Santo Ant\u00f4nio. Outra lenda que se propagou com rela\u00e7\u00e3o a explora\u00e7\u00e3o aur\u00edfera em Lavras \u00e9 a de que a Igreja Matriz de Santo Ant\u00f4nio, no centro, foi constru\u00edda em cima de uma mina de ouro.<\/p>\n<p>O ouro de Lavras do Sul pode ser associado ao granito rapikiwi ou rapakiwi (estilo de rocha), de origem vulc\u00e2nica e pr\u00e9-cambriana (in\u00edcio da forma\u00e7\u00e3o da Terra). A \u00e1rea de minera\u00e7\u00e3o de Lavras do Sul \u00e9 de aproximadamente 60 km\u00b2, tendo como locais mais importantes do desenvolvimento dessa atividade o Arroio do Jaques, S\u00e3o Jos\u00e9 da Itaoca, Vista Alegre, Cerrito e Volta Grande. Estes locais fazem parte da hist\u00f3ria da minera\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Munic\u00edpios Lim\u00edtrofes (limites \/ munic\u00edpios vizinhos)<\/p>\n<p>A dist\u00e2ncia aproximada entre os extremos leste-oeste \u00e9 de 101,7 km (ou 63,2 milhas). J\u00e1 a dist\u00e2ncia aproximada entre os extremos norte-sul \u00e9 de 61,32 km (31,8 milhas). Os limites de Lavras do Sul (435 km de per\u00edmetro municipal) s\u00e3o com os seguintes munic\u00edpios: Santa Margarida do Sul, Vila Nova do Sul e S\u00e3o Sep\u00e9 (norte); Ca\u00e7apava do Sul (leste); Bag\u00e9 e Dom Pedrito (sul e oeste) e Dom Pedrito e S\u00e3o Gabriel (oeste).<\/p>\n<p>Palha<\/p>\n<p>Passo do Jaguari, entre Lavras do Sul e S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Parada Jo\u00e3o C\u00e2ndido<\/p>\n<p>Local do Primeiro Distrito de Lavras do Sul. J\u00e1 abrigou uma escola.<\/p>\n<p>Parada Saibro<\/p>\n<p>Antiga esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria (RFFRGS) e regi\u00e3o, do Segundo Distrito, batizada a partir de um dos pioneiros do local (Theodoro Saibro Jardim).<\/p>\n<p>Passo da Areia<\/p>\n<p>Localiza-se junto \u00e0 Bag\u00e9 (Joca Tavares) e tem este nome por conta de forma\u00e7\u00f5es de bancos de areia.<\/p>\n<p>Passo da Cria<\/p>\n<p>Arroio localizado junto ao Camaqu\u00e3 de S\u00e3o Domingos, Primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Passo da Nicota<\/p>\n<p>No Arroio Jacques, abaixo da Ponte \u2013 estrada de Lavras a S\u00e3o Gabriel, vicinal, que vai ao Espinilho \u2013 junto a uma casa de propriedade de Dona Nicota.<\/p>\n<p>Passo da Tuna<\/p>\n<p>Local do Segundo Distrito que \u00e9 zona e arroio no Jaguari.<\/p>\n<p>Passo da V\u00e1rzea<\/p>\n<p>Zona do Arroio Jaguari, com terrenos baixos e planos. No Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Passo de Dona Flora<\/p>\n<p>J\u00e1 ocorreram combates neste local. Est\u00e1 junto ao Arroio Taquaremb\u00f3.<\/p>\n<p>Passo do Barrac\u00e3o<\/p>\n<p>Passo sobre o Arroio Camaqu\u00e3, citado por Ot\u00e1vio de Faria, no Dicion\u00e1rio Geogr\u00e1fico e Hist\u00f3rico do RGS.<\/p>\n<p>Passo do Camaqu\u00e3<\/p>\n<p>Situado no Camaqu\u00e3 de S\u00e3o Domingos.<\/p>\n<p>Passo do Hil\u00e1rio<\/p>\n<p>Situado sobre o arroio Camaqu\u00e3 do Hil\u00e1rio, ligando os munic\u00edpios de Ca\u00e7apava do Sul e Lavras do Sul. J\u00e1 foi citado em documentos hist\u00f3ricos relacionados \u00e0 Semana Farroupilha.<\/p>\n<p>Passo dos Guterres<\/p>\n<p>Baseado em Fid\u00e9lis Paulo Guterres, antigo propriet\u00e1rio da regi\u00e3o; situa-se no Arroio Taquaremb\u00f3, em dire\u00e7\u00e3o a Dom Pedrito.<\/p>\n<p>Passo Ign\u00e1cio Bibiano<\/p>\n<p>Passo na regi\u00e3o do Jaguari, entre Lavras do Sul e S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Passo do Jaguari (ou Mercedes)<\/p>\n<p>Faz parte da hist\u00f3ria lavrense, sendo palco de fatos hist\u00f3ricos da Revolu\u00e7\u00e3o de 1893. Tamb\u00e9m, provavelmente, o nome tem origem a uma moradora da regi\u00e3o, vi\u00fava e com v\u00e1rias filhas, com nome de Mercedes, acabando por ser refer\u00eancia.<\/p>\n<p>Passo do Jaguarizinho<\/p>\n<p>Arroio tribut\u00e1rio do Jaguari (Segundo Distrito).<\/p>\n<p>Passo do Lago\u00e3o<\/p>\n<p>Travessia no Arroio Jacques, junto a uma lagoa de tamanho consider\u00e1vel, no curso do mesmo arroio.<\/p>\n<p>Passo do Laurentino<\/p>\n<p>Pertencente a Vasco Jos\u00e9 Saraiva e Companhia Gold Fields. Refer\u00eancia, segundo Teixeira (1992) a 1911.<\/p>\n<p>Passo do Marmeleiro<\/p>\n<p>Escola do Primeiro Distrito, nas Pontas do Camaqu\u00e3.<\/p>\n<p>Passo dos Moir\u00f5es<\/p>\n<p>J\u00e1 citado em mapas antigos dos Jesu\u00edtas, em 1778. Est\u00e1 situada junto ao arroio Jaguari.<\/p>\n<p>Passo do Salso<\/p>\n<p>No Primeiro Distrito. \u00c9 uma estrada que vai do Tabuleiro aos Eucaliptos. Cita\u00e7\u00e3o do Dr. Pires Porto, em 1921.<\/p>\n<p>Passo do Tira-Ceroulas<\/p>\n<p>Uma passagem do Arroio Jaguari. O nome se deve ao fato de duas pessoas atravessarem a passagem, em um dia de maior volume de \u00e1gua, arrega\u00e7ando as bombachas e tamb\u00e9m as ceroulas, sendo que um deles aconselha ao outro: \u201cHoje, precisas tirar at\u00e9 as ceroulas\u201d.<\/p>\n<p>Passo do Trindade<\/p>\n<p>Localiza-se no Segundo Distrito. No limite com Dom Pedrito.<\/p>\n<p>Passo dos Carros<\/p>\n<p>Junto ao Arroio Camaqu\u00e3 dos Macedos. Nome alusivo \u00e0s constru\u00e7\u00f5es das primeiras estradas e pontes no local (outrora uma ponte p\u00eansil, s\u00f3 poderia passar autom\u00f3veis e carros, sendo a passagem dificultada para outros tipos de ve\u00edculos).<\/p>\n<p>Perdiz<\/p>\n<p>Regi\u00e3o de passo no Taquaremb\u00f3, limite com Dom Pedrito.<\/p>\n<p>Petrarca<\/p>\n<p>Zona e corredor existente em campos de propriedade de Archanjo Petrarca, no Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Picada das Pedras<\/p>\n<p>Local de tropas, designado pelo Prefeito Dr. Jo\u00e3o A. A. Bulc\u00e3o, em 1936, no Segundo Distrito, dentro dos campos do Sr. Jos\u00e9 Hip\u00f3lito Camargo.<\/p>\n<p>Pinheiros<\/p>\n<p>Localidade entre S\u00e3o Gabriel\/Lavras do Sul\/Bag\u00e9, onde se situa a atual RSC-473.<\/p>\n<p>Pirajac\u00e1<\/p>\n<p>Denomina\u00e7\u00e3o mais moderna do Arroio Jaguari (Segundo Distrito).<\/p>\n<p>Pontas de Camaqu\u00e3<\/p>\n<p>Localizadas junto ao limite com S\u00e3o Gabriel, no Primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Posto<\/p>\n<p>Cerro (morro) localizado no Primeiro Distrito de Lavras do Sul.<\/p>\n<p>Quatro Estradas<\/p>\n<p>Entroncamento que existe entre as estradas do Ibar\u00e9, Lavras e Naz\u00e1ria (Cerro do Tigre), Tr\u00eas Vendas e Esquina do Sr. Veiga (de acordo com TEIXEIRA, 1992).<\/p>\n<p>Quinca Silva<\/p>\n<p>Planalto e vertente do Primeiro Distrito de Lavras do Sul, pr\u00f3ximo \u00e0 Cabanha Maria.<\/p>\n<p>Riacho Jo\u00e3o Moreira<\/p>\n<p>Localizado na Sede Municipal, atravessa a Rua Jo\u00e3o Moreira e tem uma ponte. Foi urbanizado em 1\u00b0\/12\/1951, Lei n\u00ba 78.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o Bonito<\/p>\n<p>No Primeiro Distrito, pr\u00f3ximo ao Hil\u00e1rio e Rio Camaqu\u00e3-Chico. Sesmaria de Jo\u00e3o Domingos, em campos do Dr. Honor Teixeira da Costa (TEIXEIRA, 1992).<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o da Cria<\/p>\n<p>Localidade junto ao Arroio Camaquazinho, no Primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o da Cruzinha<\/p>\n<p>Junto ao Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras, no Primeiro Distrito, nas imedia\u00e7\u00f5es do entroncamento do Hil\u00e1rio com o Camaqu\u00e3-Chico;<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o do Inferno<\/p>\n<p>Parque natural, composto por um c\u00e2nion de, pelo menos 200 metros de profundidade, esculpido pelas \u00e1guas do Arroio Camaqu\u00e3-Chico. Localiza-se entre Lavras do Sul e Bag\u00e9 (a parte lavrense \u00e9 propriedade particular).<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos Barcelos<\/p>\n<p>Situa-se no entroncamento do Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras, Hil\u00e1rio e Camaqu\u00e3-Chico.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o Encerrados<\/p>\n<p>Primeiro Distrito, junto ao Camaqu\u00e3 dos Macedos.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos \u00cdndios<\/p>\n<p>Primeiro Distrito, junto ao Passo do Hil\u00e1rio, Rinc\u00e3o dos Barcelos e imedia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos Mota<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 Cardosa, \u00e0 direita, no caminho Lavras do Sul\/Bag\u00e9.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos Rocha<\/p>\n<p>Situa-se pr\u00f3ximo a Lavras do Sul, na sa\u00edda para Ca\u00e7apava do Sul.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos Saraiva<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo ao Rinc\u00e3o do Inferno e do Rio Camaqu\u00e3-Chico. Sua denomina\u00e7\u00e3o \u00e9 muito antiga, por ser quer\u00eancia dos ancestrais do Gen. Gumercindo Saraiva e Apar\u00edcio.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos Soares<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como Marmeleiro, localiza-se pr\u00f3ximo \u00e0 Cardosa, \u00e0 esquerda de do caminho Bag\u00e9\/Lavras do Sul.<\/p>\n<p>Rinc\u00e3o dos Vieiras<\/p>\n<p>Localidade do Primeiro Distrito, na localidade de Jacques.<\/p>\n<p>Rio Santa Maria<\/p>\n<p>Afluente do Rio Imbicu\u00ed (principal tribut\u00e1rio). Tem o seu vale formado pelas serras do Ca ver\u00e1, Serrilhada, Santana, Coxilha Grande, Pau Fincado e Caciques, passando pelos munic\u00edpios de Dom Pedrito, Lavras do Sul, S\u00e3o Gabriel, Ros\u00e1rio do Sul e Caciques, e, em seguida, fazendo conflu\u00eancia com o Imbicu\u00ed, na margem esquerda do mesmo, junto ao Passo de Santa Vit\u00f3ria. Com os arroios e cursos d\u201d\u00e1gua do Segundo Distrito, a Bacia do Rio Santa Maria abrange 47% do territ\u00f3rio lavrense.<\/p>\n<p>Sanga da Caneleira<\/p>\n<p>Local de antiga minera\u00e7\u00e3o do ouro, no Primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Sanga da Cardoza<\/p>\n<p>Passa junto ao caminho entre Lavras e Bag\u00e9.<\/p>\n<p>Sanga da Matilde<\/p>\n<p>Com uma passagem sobre ela, na estrada de S\u00e3o Domingos\/Rinc\u00e3o dos Saraivas, localiza-se a cerca de dois quil\u00f4metros da Sede Municipal.<\/p>\n<p>Sanga do Cemit\u00e9rio<\/p>\n<p>Atravessa a zona urbana de Lavras e, por muitas vezes, foi citada em documentos hist\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Sanga do Engenho (ou Sanga Jo\u00e3o Moreira)<\/p>\n<p>Afluente do Camaqu\u00e3 das Lavras, no lado oeste da cidade. H\u00e1 registros de refer\u00eancia do local como o limite urbano da cidade, em 1938.<\/p>\n<p>Sanga do Mata-Fome<\/p>\n<p>Com nascentes junto aos campos do Dr. Le\u00f4nidas C. de Carvalho, cruza pelos fundos do Cemit\u00e9rio Municipal, sendo tribut\u00e1rio do arroio Camaqu\u00e3 das Lavras. Havia furtos de min\u00e9rios no local no per\u00edodo noturno, por pessoas menos favorecidas, para, assim, tentarem sua subsist\u00eancia, uma vez que os propriet\u00e1rios dos campos proibiam o acesso ao local.<\/p>\n<p>Santo Ant\u00f4nio, o Novo<\/p>\n<p>Situado no Segundo Distrito e em campos do Sr. Julio Jardim. Tem destaque pelo fato de ser antigo local de povoamento de ind\u00edgenas (registro em1846).<\/p>\n<p>S\u00e3o Domingos<\/p>\n<p>Ao sul da sede municipal, \u00e9 corredor, est\u00e2ncia e tamb\u00e9m passo. J\u00e1 foi palco de combates no passado.<\/p>\n<p>S\u00e3o Vicente<\/p>\n<p>Zona perto da sede, junto ao caminho para Bag\u00e9, pr\u00f3ximo ao Cerro Branco.<\/p>\n<p>Serra do Batovi<\/p>\n<p>A Serra do Batovi e a Coxilha do Taboleiro, formam as diversas eleva\u00e7\u00f5es de Lavras do Sul. Faz a divisa de diversas vertentes. Parte dessa cadeia de morros se estende por S\u00e3o Gabriel. Tamb\u00e9m forma as nascentes dos arroios do Jacques e Hil\u00e1rio, esculpindo cerros altos. Tem altitudes que alcan\u00e7am pelo menos 300 a 400 metros (469 no limite com S\u00e3o Gabriel). Diversas publica\u00e7\u00f5es registram este local desde o s\u00e9culo 19.<\/p>\n<p>Serrinha<\/p>\n<p>Local de Tropas determinado pelo prefeito Dr. Jo\u00e3o A. A. Bulc\u00e3o, no Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Serrito de Ouro<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 cidade, est\u00e1 na sa\u00edda para Ca\u00e7apava do Sul.<\/p>\n<p>Subida do Acampamento<\/p>\n<p>Localiza-se no caminho S\u00e3o Gabriel\/Lavras do Sul, que apresenta falta de conserva\u00e7\u00e3o (pedras soltas) e dificulta o tr\u00e2nsito de ve\u00edculos. Tamb\u00e9m se faziam careteadas (transporte por carretas de bois).<\/p>\n<p>Tabuleiro<\/p>\n<p>Divide o Primeiro do Segundo Distrito (naturalmente pela RSC-473, Lavras\/S\u00e3o Gabriel) e passa pela chamada Coxilha Grande.<\/p>\n<p>Timba\u00fava<\/p>\n<p>Localizada a 11 km do Ibar\u00e9 (Segundo Distrito).<\/p>\n<p>Toca do Eus\u00e9bio<\/p>\n<p>Gruta formada numa grande pedra, onde por muitos anos morou uma pessoa que era tida como curandeiro e que doa ervas medicinais. Localiza-se no primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Toca do Corvo<\/p>\n<p>Localizada pr\u00f3xima a Zona Urbana e ao Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras. Rochas em trilha de dif\u00edcil acesso.<\/p>\n<p>Tr\u00eas Estradas<\/p>\n<p>Entroncamento de acesso para as localidades de Jo\u00e3o C\u00e2ncio, Ibar\u00e9 e Lavras do Sul.<\/p>\n<p>Tr\u00eas Passos<\/p>\n<p>Nascentes do Arroio Camaquazinho em campos de est\u00e2ncia do Brigadeiro Camilo M\u00e9rcio Pereira, nos limites entre Lavras do Sul, Dom Pedrito e Bag\u00e9.<\/p>\n<p>Tr\u00eas Vendas<\/p>\n<p>No trajeto para o Ibar\u00e9 e Bag\u00e9, com nome inspirado em tr\u00eas casas comerciais vizinhas, de propriedade de Jos\u00e9 Cacildo Delabary, Alcides Munhoz e Odorico Ant\u00f4nio Soares.<\/p>\n<p>Tuna<\/p>\n<p>Localiza-se no Primeiro Distrito, junto \u00e0 Meia Lua.<\/p>\n<p>Universo Pecu\u00e1ria<\/p>\n<p>Com atividades que debatem as novas tend\u00eancias da Pecu\u00e1ria nacional, al\u00e9m de seu uso sustent\u00e1vel, o evento, idealizado pelo Servi\u00e7o de Intelig\u00eancia do Agroneg\u00f3cio (SIA) e Sindicato Rural de Lavras do Sul, j\u00e1 foi realizado duas vezes (novembro de 2022 e outubro e novembro de 2024), movimentando Lavras do Sul com a presen\u00e7a de diversas personalidades do agroneg\u00f3cio e atra\u00e7\u00f5es rurais e culturais. Segundo a organiza\u00e7\u00e3o dos evento, o Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Olavo de Almeida Macedo recebeu mais de 15 mil pessoas nos seis dias da edi\u00e7\u00e3o de 2024. A edi\u00e7\u00e3o de 2025 ocorre entre os dias 5 e 8 de novembro, no Parque do Sindicato Rural, com diversas atra\u00e7\u00f5es (confira mais dados e informa\u00e7\u00f5es no www.blogpanoramalavrense.com.br e tamb\u00e9m no site oficial do evento www.universopecuaria.com.br e canais das redes sociais).<\/p>\n<p>V\u00e1rzea Grande<\/p>\n<p>Localidade que se situa na conflu\u00eancia dos rios Jaguari e Santa Maria, no \u201cFundo\u201d do Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Victor Bud\u00f3<\/p>\n<p>Local junto ao caminho entre Lavras e Bag\u00e9, relacionado ao Sr. Victor Bud\u00f3 Lopes, juntamente com sua est\u00e2ncia visto ao lado.<\/p>\n<p>Vila do Ibar\u00e9<\/p>\n<p>Sede urbanizada do Segundo Distrito.<\/p>\n<p>Vila dos Corvos<\/p>\n<p>No Primeiro Distrito, perto do limite entre Lavras e S\u00e3o Gabriel.<\/p>\n<p>Vista Alegre<\/p>\n<p>Situa-se pr\u00f3ximo ao Rinc\u00e3o da Cruzinha, Primeiro Distrito.<\/p>\n<p>Volta Grande<\/p>\n<p>Neste local, o Arroio Camaqu\u00e3 das Lavras faz uma volta de grande extens\u00e3o, direcionando o seu curso de leste para o sul. Era, antigamente, um caminho curto para as carruagens at\u00e9 as zonas de Rinc\u00e3o dos Saraivas e imedia\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, com a implanta\u00e7\u00e3o de novas estradas, o caminho para esses locais foi mais extenso e dispendioso, ou seja, dando uma volta mais extensa a este destino.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acampamento Velho (ou Serra Baberaqu\u00e1) Serra nos munic\u00edpios de S\u00e3o Gabriel, S\u00e3o Sep\u00e9, Lavras do Sul e Ca\u00e7apava do Sul, sendo uma ramifica\u00e7\u00e3o da Serra [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-462","page","type-page","status-publish","hentry"],"_hostinger_reach_plugin_has_subscription_block":false,"_hostinger_reach_plugin_is_elementor":false,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/462","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=462"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/462\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":479,"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/462\/revisions\/479"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/panoramalavrense.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=462"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}