Segundo o geógrafo Jurandyr Ross, em sua obra Natureza e Sociedade nos Espaços Agroambientais do Brasil (2006), os campos do Sul do Brasil desenvolvem-se sobre rochas metamórficas e ígneas, em regiões de baixa declividade.
A região de Lavras apresenta diversas coxilhas (o mais importante elemento morfológico e físico da Campanha), além de vegetação densa e associada às Serras de Sudeste ou, até mesmo, aos resíduos da vegetação característica dos planaltos da Bacia do Paraná.
No leste lavrense, a vegetação é mais densa, com os chamados campos sujos (ou paisagem de campos mistos). Os campos limpos, compostos por gramíneas, gramíneas lenhosas e grandes extensões de vegetação plana, alternadas com capões de mato (pequenos aglomerados de mata e altas árvores) predominam na porção ocidental, embora também ocorram estas morfologias na porção central.
A fauna de Lavras do Sul apresenta diversidade. Pelo menos 220 espécies de aves e pássaros foram avistadas no município. Há locais naturais na zona urbana, áreas verdes e parques (Parque de Exposições Olavo de Almeida Macedo, do Sindicato de Lavras do Sul; Camping Municipal Zeferino Teixeira – Praia do Paredão).
Há alguns problemas ambientais em Lavras do Sul, que requerem atenção de toda a comunidade, como, por exemplos, o controle de reprodução de cães, gatos e cavalos, a poluição em alguns pontos do arroio Camaquã das Lavras, lixo em locais indevidos, queimadas, necessidade de instalação de sistema de tratamento de esgotos e poluição sonora. Em 2025, já ocorrem mobilizações para a redução desses problemas, visando a melhoria da qualidade ambiental e de vida dos habitantes.



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